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A Família Sagebin

Autores da pesquisa genealógica: Laís Cesy Sagebin e Fábio T.C.A. Sagebin

Ancestrais dos Sagebin brasileiros:

JEAN SAGEBIN nasceu em 1771, em Daigny, Ardennes (França), e casou-se com Marie Lucie Jacquemin, nascida em 1772 na mesma cidade.

O casal teve seis filhos: Jeanne Sagebin (1799-10/jul/1820), Jean Louis Sagebin (1802), Jean Baptiste Sagebin (1804), Fre. Jt. Sagebin, Jean Louis Sagebin (1805) e Marguerite Sagebin (27/fev/1807). O terceiro filho, JEAN BAPTISTE SAGEBIN, nascido em 1804, na cidade de Bazzeiles (Ardennes, França), casou-se em 17 de maio de 1828 com Jeanne Marie Bechet, nascida a 2 de janeiro de 1807 em Bazzeiles, filha de Jean Baptiste Bechet e Marie Mozet. Jean Baptiste Sagebin e Jeanne Marie tiveram sete filhos: Jean Baptiste (1830), Marie Josephine (1832), Catherine (1833), Edouard (1837), Marie Emilie (1839), Catherine (1842) e Louis Joseph (1846).

ÉDOUARD SAGEBIN nasceu em Bazzeiles em 18 de junho de 1837, casou-se com PAULINE MARGUERITE LEBOUTE em 13 de julho de 1858, e faleceu vítima do tifo em 8 de outubro de 1874, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil). Pauline Marguerite, nascida em 1840, era filha de Matheus Hubert Leboute e sua esposa Marguerite. Édouard Sagebin chegou ao Brasil em 15 de janeiro de 1862, com 25 anos. Veio no navio "Proteção", acompanhado da esposa, Pauline Marguerite, e de dois filhos. Declarando-se lavrador, entrou no Brasil via Rio Grande RS, tendo como destino Santa Cruz RS. (A.H. RGS - Códice 234, Folha 214, Lançamento 6464; Certificado de chegada ao Brasil nº 00073093, de 10/03/1996, expedido pelo Projeto Imigrantes)

Édouard e Pauline são os ancestrais de todos os Sagebin nascidos no Brasil. O casal teve sete filhos, sendo que os dois primeiros nasceram na França: Gustave Noel (1857) e Amélie (10 de fevereiro de 1861 – março de 1862); já no Brasil, nasceram Maria Manoela (1863), um casal de bebês natimortos (ou falecidos no mesmo dia em que nasceram, 29 de abril de 1866), Modesta (1868) e Rodolpho Ernesto (1871). Os filhos brasileiros nasceram em Rio Pardo, Rio Grande do Sul.

No decênio 1865-1875, a Câmara Municipal de Porto Alegre registrava "Eduardo Sagebin" como cabeleireiro, estabelecido na Rua dos Andradas. (“Os Franceses no Rio Grande do Sul", palestra proferida na Associação de Cultura Franco-Brasileira de Porto Alegre, em 21/09/1950, por Walter Spalding, compilada por Armindo Beux, organizador, em "Franceses no Rio Grande do Sul"; Porto Alegre, editora A Nação, 1976?). Na mesma obra, o autor cita Edouard Sagebin como um dos "33 cidadãos, todos da alta sociedade" que, em 1 de outubro de 1867, fundaram a Société Française de Bienfaisance (Sociedade Francesa de Beneficência), que tinha por objetivo proporcionar assistência hospitalar e auxílios para funerais aos franceses domiciliados em Porto Alegre. A Sociedade era severa e os sócios deveriam ser reconhecidamente honrados, pois, conforme consta em seus Estatutos, qualquer pecha "entachant l'honneur et la probité" (ferindo a honra e a probidade) tornaria o indivíduo incompatível com a Sociedade.

Viúva aos 34 anos, Pauline teve ainda outro filho, Arthur Luis Sagebin, nascido em Porto Alegre a 9 de janeiro de 1881. Em 1º de setembro de 1888, Pauline casou-se novamente, com Jean Ordy, filho de Maria e Jean Raymond Ordy.

GUSTAVE NOEL SAGEBIN nasceu a 17 de junho de 1857, em Bazeilles, Reims, Marne (França), filho de Edouard Sagebin e Pauline Marguerite Leboute, a quem acompanhou em sua viagem ao Brasil, em 1862. Casou-se com Maria Emilia Machado, natural de São Gabriel, Rio Grande do Sul (Brasil), e tiveram um único filho, Eduardo Theodoro Sagebin (São Gabriel, 10/abr/1883 – 1918). Eduardo Theodoro Sagebin casou-se em 1906 com Maria Lemos, e o casal teve seis filhos: Gustavo (28/fev/1907), Corina (3/out/1910), Álvaro (1911), Zulmira (20/abr/1912), Eduardo Antonio (1913) e Dulce (21/mar/1916).

Zulmira Sagebin, casada em Porto Alegre, a 2/jul/1932, com Wolmy de Missões Bocorny (16/set/1913), teve um filho, Welmocy de Missões Bocorny (13/abr/1934). Welmocy casou-se a 12/jul/1958 com Iara Therezinha Oliveira.

Eduardo Antonio Sagebin (Porto Alegre, 20/out/1913 – id. 30/jan/1960) casou com Elma Testa (nascida a 11/set/1912, em Santo Antônio da Patrulha RS). Descendentes: Marli Sagebin (23/jul/1943, casada em 24/jun/1961 com Milton José da Cunha; mãe de Milton José da Cunha, 3/jul/1962 e Marcelo Sagebin Cunha, 10/abr/1968) e Airton Sagebin (2/mai/1945, casado com Denise Link; pai de Débora Sagebin, 8/mai/1971, Renata Sagebin, 28/abr/1973, e Eduardo Sagebin 15/set/1977).

MARIA MANOELA SAGEBIN nasceu a 28 de fevereiro de 1863 em Rio Pardo, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Pauline Marguerite e Édouard Sagebin. Casou-se a 5 de março de 1878, em Porto Alegre, com Victor Marc, filho de Joseph Marc e Joanna Casanova. Victor Marc nasceu em Pau, Basses Pyrénnées, França, a 22 de abril de 1854, e faleceu em Porto Alegre, Brasil, a 6 de julho de 1933. Victor e Maria tiveram 11 filhos: Albertina Marc (10/set/1881-6/jun/1940, casada em 16/mai/1914 com Luis Ducleau Soberbie), Victor Ataliba Marc (2/fev/1886-2/dez/1941, casado com Josephina Modema), Henrique Marc (14/jul/1886-8/abr/1947, casado com Ana Ferrugem), Waldemar Marc (23/jan/1888-14/mai/1954, casado com Josephina Barden), Cipriano Marc (22/mar/1890-24/ago/1961, casado em 16/mai/1914 com Genny Coutinho 5/nov/1895-25/jun/1971), Oscar Marc (26/mai/1897-3/ago/1964, casado com Clélia Nunan Simch), Celina Marc (1898-8/set/1979), Alberto Marc (9/nov/1900-24/dez/1950, casado com Helena Antoniazzi), Matilde Marc (5/nov/1905-9/fev/1983), Gustavo Marc (casado com Antonieta Molina) e Pedro Paulo Marc (casado com Olívia Cornelius).

MODESTA SAGEBIN nasceu a 28 de novembro de 1868 em Rio Pardo, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Pauline Marguerite e Edouard Sagebin. Casou-se a 11 de julho de 1887, em Porto Alegre, com Luiz Casimiro Rollandey, filho de Louis Rollandey e Marie Perone Metral. Luiz Casimiro Rollandey nasceu em Sogny, França, a 8 de novembro de 1852. O casal teve três filhos: Carlos Sagebin Rollandey, Clotilde Sagebin Rollandey e Luiz Sagebin Rollandey (casado com Nercinda Buer).

RODOLPHO ERNESTO SAGEBIN, filho de Edouard Sagebin e Pauline Marguerite Leboute, nasceu a 3 de junho de 1871, em Rio Pardo, Rio Grande do Sul (Brasil), e faleceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, a 20 de fevereiro de 1913. Artista plástico, maçom, exercia o ofício de encadernador de livros. Casou-se a 15 de abril de 1895 com Maria da Glória Nagel da Paixão, nascida em Itaqui, Rio Grande do Sul, a 15 de agosto de 1873, filha de Salvador Gomes da Paixão (1841-1912) e Zaida Nascimento Nagel. Maria da Glória tinha por avós paternos Luiz Maria da Paixão e Mafalda Candido de Toledo; por avós maternos, Johann Peter Nagel e Maria Feliciana Coelho; faleceu em Porto Alegre a 15 de março de 1942. Rodolpho Ernesto e Maria da Glória tiveram seis filhos: Ernestina, Mario, Albertina, Zaida (Porto Alegre, 1904 – id., 1913), Octavio e Paulo.

ERNESTINA SAGEBIN nasceu a 30 de abril de 1895, em Porto Alegre, e faleceu na mesma cidade a 21 de dezembro de 1976. Casou-se com Dante Poggetti, e tiveram três filhos: Werther Sagebin Poggetti (27/mar/1920), Clóvis Sagebin Poggetti (1/out/1935) e Ivo Sagebin Poggetti.

MARIO DE SAGEBIN nasceu em Porto Alegre a 15 de outubro de 1897; faleceu na mesma cidade a 19 de dezembro de 1979; casou-se a 17 de julho de 1921 com Iolanda Chaves Abbade, nascida a 17 de julho de 1901 em Porto Alegre. O casal teve oito filhos: Nelly Sagebin (Pelotas, 13/dez/1922, casada a 6/set/1944 com Homero Ferrera Correa, nasc. em Porto Alegre a 14/mar/1925); Suelly Sagebin (Rio Grande, 6/dez/1923, casada a 20/mai/1950 com João Apolinário da Cunha Vasconcellos, nasc. em Tapes a 23/jul/1914); Noelly Sagebin (Pelotas, 31/mai/1926, casada a 16/jul/1955 com Antonio Marinho de Albuquerque, nasc. em Passo Fundo a 23/set/1914); Darcy Sagebin (Porto Alegre, 2/ago/1927 – id., 23/fev/1961); Mario Sagebin Filho (Pelotas, 2/set/1928; casado com Célia de Carvalho Tavares, nasc. em Segadaes, Aveiro, Portugal, em 24/abr/1931); Jarcedy Sagebin (Pelotas, 17/fev/1932, casado a 28/mai/1958 com Helena Gonçalves Vitória, nasc. em Jaguarão a 27/nov/1934); Marlene Sagebin (Pelotas, 14/out/1934, casada a 4/set/1959 com Oscar Michael Rosson, nasc. em Passo Fundo a 13/mai/1933) e Ruy de Sagebin (Pelotas, 16/fev/1937 – Recife, Pernambuco; casado a 17/jun/1961 com Ilma Correa Alves, nasc. em Porto Alegre).

Filhos de Nelly e Homero: Juarez Sagebin Correa (19/fev/1950), Sérgio Sagebin Correa (8/set/1951) e Solange Sagebin Correa (6/abr/1957). Filhos de Suelly e João Apolinário: Elisabeth Rose Sagebin Vasconcellos (18/mar/1953) e Aleksander Sagebin Vasconcellos (13/mai/1959). Filhos de Noelly e Antonio: Ana Cristina Sagebin Albuquerque (17/abr/1956), Cristiane Maria Sagebin Albuquerque (31/mai/1957) e Luiz Antônio Sagebin Albuquerque (11/ago/1958). Filhos de Mario Sagebin F°: Magareth Tavares Sagebin (14/jul/1952), Rose Mary Tavares Sagebin (30/dez/1953) e Fabio Tavares C.A. Sagebin (4/jun/1951). Filhos de Jarcedy e Helena: Thays Sagebin (16/fev/1959, casada com Jorge Biasore Bordini) e Glauco Sagebin (16/jan/1961). Filhos de Marlene e Oscar: Marcus Vinicius Rosson (7/nov/1961) e Adriane Rosson (14/jan/1963). Filhos de Ruy e Ilma: Ricardo Correa Alves Sagebin (28/abr/1964), Roger Correa Alves Sagebin (20/ago/1968) e Karen Correa Alves Sagebin (30/nov/1971).

Os filhos de Mario Sagebin Filho estabeleceram-se em Salt Lake City, Utah (Estados Unidos), dando origem ao ramo norte-americano da família Sagebin: Margareth Tavares Sagebin, casada com Michael Creigton West (Salt Lake City, 30/abr/1947), é mãe de Eleonora Sagebin West (12/ago/1972), Andrew Sagebin West (14/jun/1974), Bianca Sagebin West (20/ago/1977), Rebecca Sagebin West (19/jan/1981) e Isabel Sagebin West (16/mar/1984); Rose Mary Tavares Sagebin, casada com Sérgio Augusto Schramm, é mãe de Henrique Sagebin Schramm (15/jan/1980) e Bianca Sagebin Schramm (1982); Fábio T. C. A. Sagebin, casado com Vilma Rosario Castellon Molina (Cochabamba, Bolívia, 22/set/1956), é pai de Carolina Molina Sagebin (3/fev/1980), Rodrigo Molina Sagebin (17/set/1981), Fabio Molina Sagebin (4/jun/1983), Leonardo Molina Sagebin (16/nov/1985), Fernanda Molina Sagebin (23/abr/1988) e Eduardo Molina Sagebin (21/mar/1990).

ALBERTINA SAGEBIN nasceu a 21 de janeiro de 1900, em Porto Alegre; casou-se a 28 de fevereiro de 1917 com Amadeu Guilhermelli (Porto Alegre, 8/fev/1894 – id., 6/fev/1928); tiveram dois filhos: Jacy Sagebin Guilhermelli (1/mar/1918; casada a 6/jan/1940 com César Monteiro de Oliveira, 16/abr/1912 – 15/dez/1972) e João Sagebin Guilhermelli (18/abr/1920-26/abr/1945).

OCTAVIO SAGEBIN nasceu em Porto Alegre a 30 de julho de 1906, e faleceu em 13 de maio de 1983, na mesma cidade. Dono de uma empresa distribuidora de jornais e revistas, era muito conhecido na cidade, a qual homenageou-o com uma rua que leva o seu nome. Casou-se a 6 de janeiro de 1932 com Florinda Cadenazzi (Nena), nascida em São Paulo SP, a 6 de outubro de 1912. O casal teve uma filha, Laís Cesy Sagebin, nascida em Porto Alegre a 14 de dezembro de 1932. Laís casou-se a 30 de abril de 1949 com Hélio Geremia (nascido a 8 de fevereiro de 1920, em Caxias do Sul); tiveram três filhos: Ricardo Sagebin Geremia (18/jan/1950), Beatriz Sagebin Geremia (11/dez/1953) e Eduardo Sagebin Geremia (3/out/1965).

PAULO SAGEBIN nasceu a 22 de abril de 1912, em Porto Alegre, falecendo na mesma cidade em 1988. Trabalhou (inicialmente ao lado do irmão Octavio) por mais de meio século na Companhia Jornalística Caldas Júnior, onde dirigiu o departamento de venda avulsa do Correio do Povo. Casou-se a 12 de setembro de 1937 com Eunice Dias Armando, filha do Dr. Álvaro de Carvalho Armando (15/fev/1885 – 1954) e de Florinda Dias (11/jan/1891 – 1960). Eunice nasceu em Rio Grande, a 1º de julho de 1913, e faleceu em Porto Alegre, a 7 de maio de 2002; seus avós paternos eram Faustino J. Del Duque de Armando e Francisca Alice de Carvalho; os avós maternos, Augusto José Dias e Florinda de Oliveira. Paulo e Eunice tiveram dois filhos: Rodolfo Ernesto e Paulo Fernando (“Paulinho”). Rodolfo Ernesto Sagebin nasceu em Porto Alegre a 6 de setembro de 1938; casou-se a 28 de setembro de 1968 com Marilia Lampert Daudt e tiveram três filhos: Daniel Daudt Sagebin (8/dez/1969), André Daudt Sagebin (12/fev/1972; casado com Andrea Fernades Giraudo e pai de Cíntia Giraudo Sagebin, 31/jan/2003) e Roberto Daudt Sagebin (28/set/1978). Paulo Fernando Sagebin nasceu em Porto Alegre a 7 de julho de 1949; casou-se com Ana Lúcia Rodrigues e tiveram dois filhos: Ana Paula Rodrigues Sagebin (20/jul/1973) e Fernando Rodrigues Sagebin (12/mar/1979).

A Família Marc

Família Marc Esta página está dedicada à genealogia da família de Victor Marc, natural da cidade de Pau, no Béarn, na França, e de Maria Sagebin, filha de franceses, natural de Rio Pardo, no Brasil.

A foto à direita representa a família Marc (o pai - Victor Marc, a mãe - Maria Sagebin, os filhos, acompanhados por seus respectivos cônjuges, e alguns de seus netos) em Porto Alegre, no Brasil, em torno de 1920.

Nossa genealogia completa compreende ainda muitos outros patronímicos: Casaubon, Cazenave, Cazarré, Leboute, Lafon, Simch, Nunan, Wild, Brandão, Amoretti, etc.

Apresentamos aqui um breve histórico da família Marc, enfatizando a genealogia do seu ramo brasileiro, iniciado por Victor Marc e Maria Sagebin.

A história dos Marc está inextricavelmente ligada à história do Béarn e à história do País Basco.

Com efeito, a família materna de Victor Marc era originária da cidade de Pau, no Béarn, na França. Em contrapartida, as pesquisas genealógicas sobre sua família paterna conduzem-nos ao País Basco.

A Família Marc-Casaubon no País Basco

Até as primeiras décadas do século XIX, a família Marc encontrava-se estabelecida nas cidades de Biarritz e Cambo-les-Bains, localizadas na região basca da França, usualmente denominada País Basco Francês, com relação à atual Comunidade Autônoma do País Basco, na Espanha.

O avô de Victor Marc chamava-se Brice Jacques Marc. Ele nasceu em 1772 e trabalhava como alfandegário na cidade de Biarritz. Uma vez aposentado, instalou-se com sua família em Cambo-les-Bains, onde era proprietário de um restaurante e da casa Biscotchenia.

Brice Marc e sua esposa, Cathérine Casaubon, viveram até o final de suas vidas em Cambo-les-Bains. Um de seus filhos, nosso ancestral Joseph Elizabeth Bonnaventure Marc, nasceu em Biarritz, em 1816.

A Família Marc-Cazarré no Béarn

Joseph Marc, que era sapateiro, casou-se na cidade de Pau com Jeanne Cazarré, cuja família habitava o Béarn há bastante tempo.

Jeanne Cazarré era filha de Jean Cazarré, alfaiate, e de Magdelaine Cazenave.

Um dos filhos de Joseph Marc e Jeanne Cazarré, Victor Bertrand Marc, nascido em 1854 em Pau, partiu para o Brasil. Victor Marc está representado na foto à direita.

A Família Marc-Sagebin no Brasil

Irmãos Marc Em 1878, Victor Marc casou-se em Porto Alegre, no Brasil, com Maria Manoella Sagebin. Os pais de Maria Sagebin eram originários da região das Ardenas, na França, e chamavam-se Édouard Sagebin e Pauline Marguerite Leboute.

Victor Marc, que era escultor, e sua esposa, Maria Sagebin, viviam cercados em Porto Alegre por seus numerosos descendentes. A foto à direita mostra Victor Marc e seus filhos homens, os irmãos Marc.

Alguns Marc tornaram-se célebres, outros menos, e deixaram seus traços nos livros e nos documentos de nossas bibliotecas e arquivos em Porto Alegre, no Brasil.

A Família Marc-Simch : a Biarnesa

Victor Marc e Maria Sagebin tiveram vários filhos, sendo um deles nosso ascendente Oscar Marc, comerciante, nascido em 1897 em Porto Alegre, no Brasil, representado abaixo.

Oscar Marc Sua esposa, Clélia Nunan Simch, era filha de Francisco Rodolpho Simch e Alice Brandão Nunan. Ela nasceu em Ouro Preto, no Brasil.

Os descendentes diretos de Oscar Marc e Clélia Nunan Simch vivem atualmente na França e no Brasil.

O ramo brasileiro dos descendentes de Oscar Marc, do qual algumas de suas herdeiras da linhagem direta – Maria Marc, Maria Suzana Marc Amoretti, Alice Marc e Lúcia Marc Amoretti – hoje participam das atividades da empresa Biarnesa, sempre cultivou o exercício de atividades culturais relacionadas à França.

Esta página busca reunir as informações a respeito da família Marc, além de permitir que as gerações atuais completem esta genealogia.

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