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Charles Aznavour em Porto Alegre: um momento mágico

Dia 28 de abril de 2008, Porto Alegre foi brindada com a presença forte e, ao mesmo tempo suave, do cantor francês de origem armênia Charles Aznavour (Shahnour Vaghinagh Aznavourian), nascido em 22 de maio de 1924.

A apresentação de Aznavour faz parte de uma viagem musical pelo mundo de despedida dos palcos, chamada também de "Farewell Tour", iniciada nos Estados Unidos. No Brasil, o cantor já apresentou-se em diversas capitais: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba e, agora, Porto Alegre. Apresentou-se ontem em Porto Alegre e ainda hoje, 29 de abril, terá mais um show, no Teatro do Sesi em Porto Alegre.

O público porto-alegrense estava encantado com a performance no palco do cantor-ator como é muitas vezes chamado, com a beleza dos cenários e com a equipe de músicos que o acompanhava. A chanson francesa estava muito bem representada pela voz de Aznavour, cantor, letrista e ator que cantou canções novas mas que também fez delirar a platéia com o seu repertório clássico composto por músicas como She, La Bohème, Que c'est triste Venise, Hier encore, Il faut savoir.

Cantou em francês, inglês e espanhol, dançou, interpretou maravilhosamente com o corpo todo, mostrando todo o poder de comunicação dos gestos. Dançou com o rosto colado a um par imaginário a canção Les plaisirs démodés: joue contre joue enquanto o público gritava "bravo!". O dueto com Katia Aznavour, sua filha, na canção Je voyage é de grande beleza, bem como a emoção que tomou conta de todos com a sua interpretação da Ave-Maria com o palco todo iluminado de azul.

Também foi um momento importante a apresentação da canção de 2007 La terre meurt que defende a causa ecológica de proteção ao planeta:

La terre meurt

L'homme s'en fout

Il vit sa vie

Un point, c'est tout.

Foram duas horas em que eu voltei no tempo com a música e a presença de Aznavour e pude confirmar a transcendência da arte e o papel de mediador do artista, possibilitando que as pessoas saiam do cotidiano e sintam-se solidárias à humanidade através da comunhão estética.

Obrigada Aznavour por esse momento mágico !

Clique aqui para conferir o site oficial de Charles Aznavour.

A Família Sagebin

Autores da pesquisa genealógica: Laís Cesy Sagebin e Fábio T.C.A. Sagebin

Ancestrais dos Sagebin brasileiros:

JEAN SAGEBIN nasceu em 1771, em Daigny, Ardennes (França), e casou-se com Marie Lucie Jacquemin, nascida em 1772 na mesma cidade.

O casal teve seis filhos: Jeanne Sagebin (1799-10/jul/1820), Jean Louis Sagebin (1802), Jean Baptiste Sagebin (1804), Fre. Jt. Sagebin, Jean Louis Sagebin (1805) e Marguerite Sagebin (27/fev/1807). O terceiro filho, JEAN BAPTISTE SAGEBIN, nascido em 1804, na cidade de Bazzeiles (Ardennes, França), casou-se em 17 de maio de 1828 com Jeanne Marie Bechet, nascida a 2 de janeiro de 1807 em Bazzeiles, filha de Jean Baptiste Bechet e Marie Mozet. Jean Baptiste Sagebin e Jeanne Marie tiveram sete filhos: Jean Baptiste (1830), Marie Josephine (1832), Catherine (1833), Edouard (1837), Marie Emilie (1839), Catherine (1842) e Louis Joseph (1846).

ÉDOUARD SAGEBIN nasceu em Bazzeiles em 18 de junho de 1837, casou-se com PAULINE MARGUERITE LEBOUTE em 13 de julho de 1858, e faleceu vítima do tifo em 8 de outubro de 1874, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil). Pauline Marguerite, nascida em 1840, era filha de Matheus Hubert Leboute e sua esposa Marguerite. Édouard Sagebin chegou ao Brasil em 15 de janeiro de 1862, com 25 anos. Veio no navio "Proteção", acompanhado da esposa, Pauline Marguerite, e de dois filhos. Declarando-se lavrador, entrou no Brasil via Rio Grande RS, tendo como destino Santa Cruz RS. (A.H. RGS - Códice 234, Folha 214, Lançamento 6464; Certificado de chegada ao Brasil nº 00073093, de 10/03/1996, expedido pelo Projeto Imigrantes)

Édouard e Pauline são os ancestrais de todos os Sagebin nascidos no Brasil. O casal teve sete filhos, sendo que os dois primeiros nasceram na França: Gustave Noel (1857) e Amélie (10 de fevereiro de 1861 – março de 1862); já no Brasil, nasceram Maria Manoela (1863), um casal de bebês natimortos (ou falecidos no mesmo dia em que nasceram, 29 de abril de 1866), Modesta (1868) e Rodolpho Ernesto (1871). Os filhos brasileiros nasceram em Rio Pardo, Rio Grande do Sul.

No decênio 1865-1875, a Câmara Municipal de Porto Alegre registrava "Eduardo Sagebin" como cabeleireiro, estabelecido na Rua dos Andradas. (“Os Franceses no Rio Grande do Sul", palestra proferida na Associação de Cultura Franco-Brasileira de Porto Alegre, em 21/09/1950, por Walter Spalding, compilada por Armindo Beux, organizador, em "Franceses no Rio Grande do Sul"; Porto Alegre, editora A Nação, 1976?). Na mesma obra, o autor cita Edouard Sagebin como um dos "33 cidadãos, todos da alta sociedade" que, em 1 de outubro de 1867, fundaram a Société Française de Bienfaisance (Sociedade Francesa de Beneficência), que tinha por objetivo proporcionar assistência hospitalar e auxílios para funerais aos franceses domiciliados em Porto Alegre. A Sociedade era severa e os sócios deveriam ser reconhecidamente honrados, pois, conforme consta em seus Estatutos, qualquer pecha "entachant l'honneur et la probité" (ferindo a honra e a probidade) tornaria o indivíduo incompatível com a Sociedade.

Viúva aos 34 anos, Pauline teve ainda outro filho, Arthur Luis Sagebin, nascido em Porto Alegre a 9 de janeiro de 1881. Em 1º de setembro de 1888, Pauline casou-se novamente, com Jean Ordy, filho de Maria e Jean Raymond Ordy.

GUSTAVE NOEL SAGEBIN nasceu a 17 de junho de 1857, em Bazeilles, Reims, Marne (França), filho de Edouard Sagebin e Pauline Marguerite Leboute, a quem acompanhou em sua viagem ao Brasil, em 1862. Casou-se com Maria Emilia Machado, natural de São Gabriel, Rio Grande do Sul (Brasil), e tiveram um único filho, Eduardo Theodoro Sagebin (São Gabriel, 10/abr/1883 – 1918). Eduardo Theodoro Sagebin casou-se em 1906 com Maria Lemos, e o casal teve seis filhos: Gustavo (28/fev/1907), Corina (3/out/1910), Álvaro (1911), Zulmira (20/abr/1912), Eduardo Antonio (1913) e Dulce (21/mar/1916).

Zulmira Sagebin, casada em Porto Alegre, a 2/jul/1932, com Wolmy de Missões Bocorny (16/set/1913), teve um filho, Welmocy de Missões Bocorny (13/abr/1934). Welmocy casou-se a 12/jul/1958 com Iara Therezinha Oliveira.

Eduardo Antonio Sagebin (Porto Alegre, 20/out/1913 – id. 30/jan/1960) casou com Elma Testa (nascida a 11/set/1912, em Santo Antônio da Patrulha RS). Descendentes: Marli Sagebin (23/jul/1943, casada em 24/jun/1961 com Milton José da Cunha; mãe de Milton José da Cunha, 3/jul/1962 e Marcelo Sagebin Cunha, 10/abr/1968) e Airton Sagebin (2/mai/1945, casado com Denise Link; pai de Débora Sagebin, 8/mai/1971, Renata Sagebin, 28/abr/1973, e Eduardo Sagebin 15/set/1977).

MARIA MANOELA SAGEBIN nasceu a 28 de fevereiro de 1863 em Rio Pardo, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Pauline Marguerite e Édouard Sagebin. Casou-se a 5 de março de 1878, em Porto Alegre, com Victor Marc, filho de Joseph Marc e Joanna Casanova. Victor Marc nasceu em Pau, Basses Pyrénnées, França, a 22 de abril de 1854, e faleceu em Porto Alegre, Brasil, a 6 de julho de 1933. Victor e Maria tiveram 11 filhos: Albertina Marc (10/set/1881-6/jun/1940, casada em 16/mai/1914 com Luis Ducleau Soberbie), Victor Ataliba Marc (2/fev/1886-2/dez/1941, casado com Josephina Modema), Henrique Marc (14/jul/1886-8/abr/1947, casado com Ana Ferrugem), Waldemar Marc (23/jan/1888-14/mai/1954, casado com Josephina Barden), Cipriano Marc (22/mar/1890-24/ago/1961, casado em 16/mai/1914 com Genny Coutinho 5/nov/1895-25/jun/1971), Oscar Marc (26/mai/1897-3/ago/1964, casado com Clélia Nunan Simch), Celina Marc (1898-8/set/1979), Alberto Marc (9/nov/1900-24/dez/1950, casado com Helena Antoniazzi), Matilde Marc (5/nov/1905-9/fev/1983), Gustavo Marc (casado com Antonieta Molina) e Pedro Paulo Marc (casado com Olívia Cornelius).

MODESTA SAGEBIN nasceu a 28 de novembro de 1868 em Rio Pardo, Rio Grande do Sul (Brasil), filha de Pauline Marguerite e Edouard Sagebin. Casou-se a 11 de julho de 1887, em Porto Alegre, com Luiz Casimiro Rollandey, filho de Louis Rollandey e Marie Perone Metral. Luiz Casimiro Rollandey nasceu em Sogny, França, a 8 de novembro de 1852. O casal teve três filhos: Carlos Sagebin Rollandey, Clotilde Sagebin Rollandey e Luiz Sagebin Rollandey (casado com Nercinda Buer).

RODOLPHO ERNESTO SAGEBIN, filho de Edouard Sagebin e Pauline Marguerite Leboute, nasceu a 3 de junho de 1871, em Rio Pardo, Rio Grande do Sul (Brasil), e faleceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, a 20 de fevereiro de 1913. Artista plástico, maçom, exercia o ofício de encadernador de livros. Casou-se a 15 de abril de 1895 com Maria da Glória Nagel da Paixão, nascida em Itaqui, Rio Grande do Sul, a 15 de agosto de 1873, filha de Salvador Gomes da Paixão (1841-1912) e Zaida Nascimento Nagel. Maria da Glória tinha por avós paternos Luiz Maria da Paixão e Mafalda Candido de Toledo; por avós maternos, Johann Peter Nagel e Maria Feliciana Coelho; faleceu em Porto Alegre a 15 de março de 1942. Rodolpho Ernesto e Maria da Glória tiveram seis filhos: Ernestina, Mario, Albertina, Zaida (Porto Alegre, 1904 – id., 1913), Octavio e Paulo.

ERNESTINA SAGEBIN nasceu a 30 de abril de 1895, em Porto Alegre, e faleceu na mesma cidade a 21 de dezembro de 1976. Casou-se com Dante Poggetti, e tiveram três filhos: Werther Sagebin Poggetti (27/mar/1920), Clóvis Sagebin Poggetti (1/out/1935) e Ivo Sagebin Poggetti.

MARIO DE SAGEBIN nasceu em Porto Alegre a 15 de outubro de 1897; faleceu na mesma cidade a 19 de dezembro de 1979; casou-se a 17 de julho de 1921 com Iolanda Chaves Abbade, nascida a 17 de julho de 1901 em Porto Alegre. O casal teve oito filhos: Nelly Sagebin (Pelotas, 13/dez/1922, casada a 6/set/1944 com Homero Ferrera Correa, nasc. em Porto Alegre a 14/mar/1925); Suelly Sagebin (Rio Grande, 6/dez/1923, casada a 20/mai/1950 com João Apolinário da Cunha Vasconcellos, nasc. em Tapes a 23/jul/1914); Noelly Sagebin (Pelotas, 31/mai/1926, casada a 16/jul/1955 com Antonio Marinho de Albuquerque, nasc. em Passo Fundo a 23/set/1914); Darcy Sagebin (Porto Alegre, 2/ago/1927 – id., 23/fev/1961); Mario Sagebin Filho (Pelotas, 2/set/1928; casado com Célia de Carvalho Tavares, nasc. em Segadaes, Aveiro, Portugal, em 24/abr/1931); Jarcedy Sagebin (Pelotas, 17/fev/1932, casado a 28/mai/1958 com Helena Gonçalves Vitória, nasc. em Jaguarão a 27/nov/1934); Marlene Sagebin (Pelotas, 14/out/1934, casada a 4/set/1959 com Oscar Michael Rosson, nasc. em Passo Fundo a 13/mai/1933) e Ruy de Sagebin (Pelotas, 16/fev/1937 – Recife, Pernambuco; casado a 17/jun/1961 com Ilma Correa Alves, nasc. em Porto Alegre).

Filhos de Nelly e Homero: Juarez Sagebin Correa (19/fev/1950), Sérgio Sagebin Correa (8/set/1951) e Solange Sagebin Correa (6/abr/1957). Filhos de Suelly e João Apolinário: Elisabeth Rose Sagebin Vasconcellos (18/mar/1953) e Aleksander Sagebin Vasconcellos (13/mai/1959). Filhos de Noelly e Antonio: Ana Cristina Sagebin Albuquerque (17/abr/1956), Cristiane Maria Sagebin Albuquerque (31/mai/1957) e Luiz Antônio Sagebin Albuquerque (11/ago/1958). Filhos de Mario Sagebin F°: Magareth Tavares Sagebin (14/jul/1952), Rose Mary Tavares Sagebin (30/dez/1953) e Fabio Tavares C.A. Sagebin (4/jun/1951). Filhos de Jarcedy e Helena: Thays Sagebin (16/fev/1959, casada com Jorge Biasore Bordini) e Glauco Sagebin (16/jan/1961). Filhos de Marlene e Oscar: Marcus Vinicius Rosson (7/nov/1961) e Adriane Rosson (14/jan/1963). Filhos de Ruy e Ilma: Ricardo Correa Alves Sagebin (28/abr/1964), Roger Correa Alves Sagebin (20/ago/1968) e Karen Correa Alves Sagebin (30/nov/1971).

Os filhos de Mario Sagebin Filho estabeleceram-se em Salt Lake City, Utah (Estados Unidos), dando origem ao ramo norte-americano da família Sagebin: Margareth Tavares Sagebin, casada com Michael Creigton West (Salt Lake City, 30/abr/1947), é mãe de Eleonora Sagebin West (12/ago/1972), Andrew Sagebin West (14/jun/1974), Bianca Sagebin West (20/ago/1977), Rebecca Sagebin West (19/jan/1981) e Isabel Sagebin West (16/mar/1984); Rose Mary Tavares Sagebin, casada com Sérgio Augusto Schramm, é mãe de Henrique Sagebin Schramm (15/jan/1980) e Bianca Sagebin Schramm (1982); Fábio T. C. A. Sagebin, casado com Vilma Rosario Castellon Molina (Cochabamba, Bolívia, 22/set/1956), é pai de Carolina Molina Sagebin (3/fev/1980), Rodrigo Molina Sagebin (17/set/1981), Fabio Molina Sagebin (4/jun/1983), Leonardo Molina Sagebin (16/nov/1985), Fernanda Molina Sagebin (23/abr/1988) e Eduardo Molina Sagebin (21/mar/1990).

ALBERTINA SAGEBIN nasceu a 21 de janeiro de 1900, em Porto Alegre; casou-se a 28 de fevereiro de 1917 com Amadeu Guilhermelli (Porto Alegre, 8/fev/1894 – id., 6/fev/1928); tiveram dois filhos: Jacy Sagebin Guilhermelli (1/mar/1918; casada a 6/jan/1940 com César Monteiro de Oliveira, 16/abr/1912 – 15/dez/1972) e João Sagebin Guilhermelli (18/abr/1920-26/abr/1945).

OCTAVIO SAGEBIN nasceu em Porto Alegre a 30 de julho de 1906, e faleceu em 13 de maio de 1983, na mesma cidade. Dono de uma empresa distribuidora de jornais e revistas, era muito conhecido na cidade, a qual homenageou-o com uma rua que leva o seu nome. Casou-se a 6 de janeiro de 1932 com Florinda Cadenazzi (Nena), nascida em São Paulo SP, a 6 de outubro de 1912. O casal teve uma filha, Laís Cesy Sagebin, nascida em Porto Alegre a 14 de dezembro de 1932. Laís casou-se a 30 de abril de 1949 com Hélio Geremia (nascido a 8 de fevereiro de 1920, em Caxias do Sul); tiveram três filhos: Ricardo Sagebin Geremia (18/jan/1950), Beatriz Sagebin Geremia (11/dez/1953) e Eduardo Sagebin Geremia (3/out/1965).

PAULO SAGEBIN nasceu a 22 de abril de 1912, em Porto Alegre, falecendo na mesma cidade em 1988. Trabalhou (inicialmente ao lado do irmão Octavio) por mais de meio século na Companhia Jornalística Caldas Júnior, onde dirigiu o departamento de venda avulsa do Correio do Povo. Casou-se a 12 de setembro de 1937 com Eunice Dias Armando, filha do Dr. Álvaro de Carvalho Armando (15/fev/1885 – 1954) e de Florinda Dias (11/jan/1891 – 1960). Eunice nasceu em Rio Grande, a 1º de julho de 1913, e faleceu em Porto Alegre, a 7 de maio de 2002; seus avós paternos eram Faustino J. Del Duque de Armando e Francisca Alice de Carvalho; os avós maternos, Augusto José Dias e Florinda de Oliveira. Paulo e Eunice tiveram dois filhos: Rodolfo Ernesto e Paulo Fernando (“Paulinho”). Rodolfo Ernesto Sagebin nasceu em Porto Alegre a 6 de setembro de 1938; casou-se a 28 de setembro de 1968 com Marilia Lampert Daudt e tiveram três filhos: Daniel Daudt Sagebin (8/dez/1969), André Daudt Sagebin (12/fev/1972; casado com Andrea Fernades Giraudo e pai de Cíntia Giraudo Sagebin, 31/jan/2003) e Roberto Daudt Sagebin (28/set/1978). Paulo Fernando Sagebin nasceu em Porto Alegre a 7 de julho de 1949; casou-se com Ana Lúcia Rodrigues e tiveram dois filhos: Ana Paula Rodrigues Sagebin (20/jul/1973) e Fernando Rodrigues Sagebin (12/mar/1979).

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Um Bearnês Radiante

É com emoção que homenageamos o bearnês Henri Lalaude.

Henri Lalaude

Um de seus filhos, o poeta Alain Lalaude, descreve-o como segue, em seu livro A l'Array doum é Pay:

Henri era um homem grande, ele era imponente por seu tamanho e por sua força. Quando jovem, ninguém o resistia, fosse « au bire pugnét » (na queda de braço) ou no levantamento de sacos de trigo.... Ele teve que trabalhar duro em sua pequena fazenda, com poucos meios, além da coragem e do amor de sua esposa Odette para alimentar seus 10 filhos, dos quais 3 morreram na infância. Ele era uma pessoa com uma exigência rara, como são « lous mestes » (os mestres), mas também de uma grande sensibilidade realçada por uma ternura infinita. Ele tinha uma capacidade exceptional de experimentar uma dimensão que ultrapassa o ser humano. É de lá que ele retirava a seiva da sabedoria que ele singularizava... Nascido em 1906, ele viveu a transformação vertiginosa do mundo até o ano de 2001, na cidade Malaussanne, nos confins da área de Chalosse.

A Família Marc

Família Marc Esta página está dedicada à genealogia da família de Victor Marc, natural da cidade de Pau, no Béarn, na França, e de Maria Sagebin, filha de franceses, natural de Rio Pardo, no Brasil.

A foto à direita representa a família Marc (o pai - Victor Marc, a mãe - Maria Sagebin, os filhos, acompanhados por seus respectivos cônjuges, e alguns de seus netos) em Porto Alegre, no Brasil, em torno de 1920.

Nossa genealogia completa compreende ainda muitos outros patronímicos: Casaubon, Cazenave, Cazarré, Leboute, Lafon, Simch, Nunan, Wild, Brandão, Amoretti, etc.

Apresentamos aqui um breve histórico da família Marc, enfatizando a genealogia do seu ramo brasileiro, iniciado por Victor Marc e Maria Sagebin.

A história dos Marc está inextricavelmente ligada à história do Béarn e à história do País Basco.

Com efeito, a família materna de Victor Marc era originária da cidade de Pau, no Béarn, na França. Em contrapartida, as pesquisas genealógicas sobre sua família paterna conduzem-nos ao País Basco.

A Família Marc-Casaubon no País Basco

Até as primeiras décadas do século XIX, a família Marc encontrava-se estabelecida nas cidades de Biarritz e Cambo-les-Bains, localizadas na região basca da França, usualmente denominada País Basco Francês, com relação à atual Comunidade Autônoma do País Basco, na Espanha.

O avô de Victor Marc chamava-se Brice Jacques Marc. Ele nasceu em 1772 e trabalhava como alfandegário na cidade de Biarritz. Uma vez aposentado, instalou-se com sua família em Cambo-les-Bains, onde era proprietário de um restaurante e da casa Biscotchenia.

Brice Marc e sua esposa, Cathérine Casaubon, viveram até o final de suas vidas em Cambo-les-Bains. Um de seus filhos, nosso ancestral Joseph Elizabeth Bonnaventure Marc, nasceu em Biarritz, em 1816.

A Família Marc-Cazarré no Béarn

Joseph Marc, que era sapateiro, casou-se na cidade de Pau com Jeanne Cazarré, cuja família habitava o Béarn há bastante tempo.

Jeanne Cazarré era filha de Jean Cazarré, alfaiate, e de Magdelaine Cazenave.

Um dos filhos de Joseph Marc e Jeanne Cazarré, Victor Bertrand Marc, nascido em 1854 em Pau, partiu para o Brasil. Victor Marc está representado na foto à direita.

A Família Marc-Sagebin no Brasil

Irmãos Marc Em 1878, Victor Marc casou-se em Porto Alegre, no Brasil, com Maria Manoella Sagebin. Os pais de Maria Sagebin eram originários da região das Ardenas, na França, e chamavam-se Édouard Sagebin e Pauline Marguerite Leboute.

Victor Marc, que era escultor, e sua esposa, Maria Sagebin, viviam cercados em Porto Alegre por seus numerosos descendentes. A foto à direita mostra Victor Marc e seus filhos homens, os irmãos Marc.

Alguns Marc tornaram-se célebres, outros menos, e deixaram seus traços nos livros e nos documentos de nossas bibliotecas e arquivos em Porto Alegre, no Brasil.

A Família Marc-Simch : a Biarnesa

Victor Marc e Maria Sagebin tiveram vários filhos, sendo um deles nosso ascendente Oscar Marc, comerciante, nascido em 1897 em Porto Alegre, no Brasil, representado abaixo.

Oscar Marc Sua esposa, Clélia Nunan Simch, era filha de Francisco Rodolpho Simch e Alice Brandão Nunan. Ela nasceu em Ouro Preto, no Brasil.

Os descendentes diretos de Oscar Marc e Clélia Nunan Simch vivem atualmente na França e no Brasil.

O ramo brasileiro dos descendentes de Oscar Marc, do qual algumas de suas herdeiras da linhagem direta – Maria Marc, Maria Suzana Marc Amoretti, Alice Marc e Lúcia Marc Amoretti – hoje participam das atividades da empresa Biarnesa, sempre cultivou o exercício de atividades culturais relacionadas à França.

Esta página busca reunir as informações a respeito da família Marc, além de permitir que as gerações atuais completem esta genealogia.

Uma Perspectiva Cosmopolita dentro da Tradição do Béarn

Arnaud Lavignolle Agradecemos especialmente a excepcional contribuição cultural de Arnaud Lavignolle, que abriu amigavelmente as portas do Béarn. Este bearnês é um representante da família Lavignolle, do Vale de Ossau, que recebeu em 1953 a Medalha de Vermeil de fidelidade ao Béarn.

Arnaud Lavignolle tem grande orgulho do Béarn e destaca o temperamento caloroso das pessoas que lá vivem. Graças a este chefe de cozinha de renome internacional, você poderá descobrir as delícias da gastronomia do Béarn em nosso blog.

Precioso testemunha da cultura bearnesa, ele conserva sua herança cultural e promove a difusão das suas tradições em vários países em todo o mundo. Trata-se de um bearnês cosmopolita, ao mesmo tempo tradicional e moderno, que reflete sobre a sua identidade histórica, porém integra uma dinâmica social internacional.

De fato, é compartilhando nossos saberes e nossas idéias com o maior público possível que podemos contribuir para o avanço dos conhecimentos sobre o Béarn.

Nossas Origens: o Béarn

Biarnesa Somos a família Marc - uma família brasileira originária do Béarn, de onde o nome de nossa empresa: Biarnesa.

Biarnesa é a habitante do Biarn ou Béarn, nos Pireneus Atlânticos, na região da Aquitânia, na França, de acordo com o idioma daquela região.

Nosso logotipo representa a mulher biarnesa (ou bearnesa) - mais precisamente ume mulher do Vale de Ossau - vestindo trajes tradicionais nas cores da bandeira do Béarn: vermelho e amarelo.

Por que o Béarn?

Imaginamos sua curiosidade a respeito da natureza da nossa ligação com o Béarn.

Na verdade, a configuração inicial da família do nosso ancestral Victor Marc modificou-se, e nós, os descendentes do seu filho Oscar Marc, temos atualmente uma grande diversidade de origens: a Itália, a Alemanha, a Áustria, Portugal, a Irlanda...

Apesar das origens diversas, das quais temos grande orgulho, sentimo-nos perfeitamente brasileiros. Admiramos o Brasil pelas suas diversas regiões e belezas naturais, bem como pelas qualidades de seu povo, em particular o amor pela família.

Ainda assim, a influência do patriarca Oscar Marc predomina, com relação aos demais ascendentes, e é demonstrada através do nosso amor pelo Béarn. Desta maneira, a nossa ligação com o ramo bearnês da família torna-se evidente, especialmente no que diz respeito à forte coesão familiar, ao respeito à família e à transmissão do patronímico Marc.

Oscar Marc e Léo Nunan Simch Por outro lado, a união de Oscar Marc e Clélia Nunan Simch representa a intensa amizade estabelecida entre uma família bearnesa e uma família com forte influência alemã e portuguesa. Uma prova da coexistência harmoniosa das culturas em nossa sociedade brasileira.

À esquerda, vê-se uma foto mostrando o nosso ascendente Oscar Marc, filho de bearnês (à esquerda da foto), em companhia de seu cunhado Léo Nunan Simch (à direita da foto), neto do casal Wild-Simch, da Alemanha e da Áustria.

O Béarn na Europa

Gostaríamos de salientar que não pretendemos apresentar aqui todas as informações a respeito do Béarn. Na realidade, esperamos despertar sua curiosidade sobre esta região com facetas múltiplas.

Assim, apresentamos a você o Béarn, de modo bastante sucinto.

A capital do Béarn é a cidade de Pau. De acordo com o site oficial da cidade de Pau, a cidade de Pau e sua região metropolitana compreendem 140.980 habitantes. Trata-se de um dos centros importantes do sudoeste francês. Sob a perspectiva européia, é delimitada pelas cidades de Toulouse, Bordeaux, Zaragoza, Pamplonae Bilbao.

O Béarn constitui uma viagem permanente entre a tradição e a modernidade. A modernidade do Béarn significa que o seu povo experimenta sua própria transformação de acordo com as suas raízes profundas e culturais.

Ainda mencionando o site oficial da cidade de Pau, gostaríamos de destacar alguns aspectos da da economia bearnesa atual. A região metropolitana de Pau constitui, juntamente com as cidades de Toulouse et Bordeaux, o terceiro pólo econômico do sudoeste francês. De fato, a região conta com 40.000 postos de trabalho industrial e pólos de competência em nível internacional, com destaque para as áreas de aeronáutica, agroindústria, química de base e química fina, energia e petróleo. Alguns dos setores fortes na economia regional são a indústria, as novas tecnologias, o setor agroalimentar, o comércio e os serviços, o ensino e a pesquisa. Aliás, não devemos esquecer o setor do turismo, atividade em plena expansão.

O Béarn na Época de Victor Marc

Nosso ancestral Victor Bertrand Marc nasceu em 1854, em um período denominado pelos historiadores como "século de imobilidade" do Béarn, que vai de 1820 a 1920.

Apesar das iniciativas de Guizot, ministro do rei Luís Felipe que apoiou a manufatura de roupa de mesa, lenços e boinas e, posteriormente, sob o reinado de Napoleão III, e do surgimento do turismo com a construção das primeiras ferrovias na cidade de Pau, em 1862, a história do século XIX foi dominada por condições sócio-econômicas desfavoráveis, além do conseqüente movimento migratório que conduziu grande número de bearneses para a América.

As condições de vida no campo não eram boas. Naquela época, os vinhedos representavam uma grande superfície do território do Béarn. Uma calamidade provocada pela incidência da doença Oidium destruiu praticamente todas as colheitas de 1856 até 1858.

Sendo assim, as circunstâncias em que Victor Marc nasceu e nas quais viveu durante seus primeiros anos de vida denotam pobreza: de uma forma geral, as dificuldades da agricultura, acompanhadas da catástrofe que recaiu sobre o vinhedo bearnês com a doença Oidium e, por fim, a fraqueza da indústria e do turismo, atividade que recém principiava e acabava de ser considerada pelas autoridades como uma opção de desenvolvimento.

Em suma, durante aquele período o Béarn vivenciou um processo de despovoamento, de perda dos seus habitantes, sobretudo dos seus jovens do sexo masculino. Que conjectura podemos fazer? Podemos estabelecer conjecturas fundamentadas em probabilidades, justificadas por acontecimentos históricos, sem esquecer que tais suposições são apenas hipóteses não confirmadas.

Como conseqüência lógica de nossas pesquisas, admitimos a hipótese segundo a qual o bearnês Victor Marc decidiu "fazer a América" e instalar-se no sul do Brasil em virtude das más condições sociais do Béarn de sua época.

A Diáspora

Uma das propostas da Biarnesa, além dos serviços de tradução, é a promoção da reflexão sobre os efeitos da forte emigração do passado nos cidadãos bearneses atuais e em seus descendentes, aproveitando a Internet como via de comunicação.

Biarnesa: Agência Brasileira de Tradução Internacional

Página de contato

E-Mail: biarnesa@biarnesa.com

Somos uma empresa de tradução composta de profissionais altamente qualificados e experientes, com sólida formação acadêmica aliada à vivência profissional em países da Europa e da América do Norte.

Nossa missão é satisfazer nossos clientes com a qualidade dos nossos serviços de tradução de inglês, alemão e francês.

Tecnologia Européia: Modernidade e Conforto

Na Europa, o site da Biarnesa conta com eficiente suporte técnico de excelente qualidade, buscando oferecer aos seus clientes globais as mais modernas ferramentas para estabelecer um contato eficaz e rápido com a nossa empresa.

Assim, colocamos à sua disposição 24h/24 o seu Espaço Cliente, contando com as mais avançadas tecnologias européias para a obtenção de seu orçamento imediato online, para consultar suas faturas e orçamentos em vigor, estabelecendo uma comunicação eficiente com nossa empresa, aliando conforto e praticidade à eficiência do fluxo de informações.

Tecnologia Norte-Americana: Eficiência e Segurança

Levando em consideração o perfil dos nossos clientes em diversos países no mundo, colocamos à disposição dos clientes fora do território brasileiro o pagamento das faturas com cartão de crédito Visa ou Mastercard, utilizando as versões estrangeiras do site.

Preços em Reais: Respeito com o Cliente no Brasil

A maior parte dos clientes da Biarnesa encontra-se no exterior, em particular na Europa, o que, no entanto, não altera nossa atenção para com os nossos prezados clientes no Brasil.

Deste modo, é com enorme satisfação que colocamos este site da Biarnesa à disposição dos clientes em nosso país, no idioma nacional, o português brasileiro e apresentando os preços e a fatura em moeda nacional, o Real.

Interação Internacional entre Comunidades Linguísticas

A prioridade da Biarnesa é a sua satisfação.

Para garantir a excelente qualidade de nossos serviços de tradução, dispomos de tradutores com certificação internacional não somente nos idiomas de trabalho, mas também em áreas específicas do conhecimento.

Desta forma, o seu texto é confiado a um tradutor com formação acadêmica e lingüística adequada ao seu conteúdo.

Nossos tradutores viveram, estudaram e trabalharam por muitos anos em países tais como a França e a Alemanha, obtendo certificação de universidades de renome, como a Sorbonne, a Universidade de Limoges, a Universidade de Cambridge, a Universidade de Stuttgart e a Universidade de Freiburg, entre outras.

Deste modo, nossos serviços de tradução encontram-se em perfeita conformidade com as especificidades culturais de outros países, sempre respeitando também as particularidades do Brasil.

Confiabilidade, Precisão e Transparência

Nossa empresa foi fundada pelo ramo Brasileiro da família MARC, originária da região do Béarn, na França.

Nossa particularidade de dispor exclusivamente de tradutores profissionais com experiência acadêmica e profissional no exterior despertou o interesse imediato de diversas empresas internacionais com sede no Brasil para a tradução do nosso idioma.

Ainda assim, os serviços de tradução oferecidos pela Biarnesa destinam-se tanto aos clientes particulares quanto aos clientes empresariais.

Áreas de Tradução

Nossas áreas principais de tradução são: máquinas agrícolas, linguística, semiótica francesa, meio ambiente, pedagogia, filosofia, aeronáutica, química, farmácia, propriedade intelectual, metalurgia, direito, publicidade, comunicação, administração, artes, etc.

Traduzimos os mais variados tipos de documentos: artigos científicos, documentação técnica, patentes, manuais, contratos, apresentação de produtos, publicidade, comunicações internas, artigos da imprensa, correspondência pessoal, administrativa e comercial, CV, carta de apresentação, cardápios, folders, catálogos, sites, etc.

Orçamento Online Gratuito

Ao contratar nossos serviços, temos a certeza de superar suas expectativas a um preço razoável.

Através do nosso serviço de orçamento online, você poderá obter imediatamente uma estimativa de nossos preços, utilizando as mais modernas tecnologias européias.

As informações contidas nos textos são tratadas de modo confidencial por nossa equipe.

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Reestréia do Blog da Biarnesa

É com grande emoção que inauguramos a nova versão do Blog da Biarnesa! Nosso desejo é tornar este blog um local indispensável para a troca de informações.

Você deve ter notado que tanto o design do site quanto o design do blog da Biarnesa, Agência Brasileira de Tradução Internacional, mudaram.

A nova versão do Blog da Biarnesa está sendo lançada em abril de 2008, na ocasião do lançamento do novo site da Biarnesa. Esta plataforma oferece um local inédito na Internet para debates, reunindo a família Marc, originária do Béarn, além de todos os nossos colaboradores internacionais. Como este blog também pertence a nossa agência de tradução, é natural encontrar aqui tudo aquilo que compõe o nosso universo.

Com este novo blog internacional, desejamos apresentar-lhe um olhar diferente com relação aos temas propostos, bem como uma reflexão sobre o Brasil, o Béarn, a cultura, de uma forma geral, a genealogia, a tradução e a semiótica francesa, entre outros possíveis temas.

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